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PAIS E FILHOS NO PSICÓLOGO 24 de abril de 2017

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Psicóloga da Serpcraz fala sobre a importância da participação dos pais na terapia infantil

Ser pai ou mãe é uma missão das mais bonitas da vida, com várias descobertas, momentos maravilhosos e também com seus desafios. É maravilhoso poder ver uma criança nascer e se desenvolver com seu aprendizado diário e cada passo trazendo algo de novo e encantador. Porém, há muitos desafios nesta jornada, tanto para os pequenos quanto para seus progenitores, especialmente quando chegam alguns momentos significativos de transição: desmame, retirada da chupeta, desfralde, ida à escola pela primeira vez, entre outros.

Tais momentos são marcos no desenvolvimento das crianças em busca da conquista da independência e da autonomia e, muitas vezes, trazem embutidos medos e inseguranças dos próprios pais que tentam lidar com questões como: “meu filho não precisa mais do meu leite porque agora usará mamadeira” ou “meu filho está crescendo e deixará de ser meu bebê”. Estas questões, muitas vezes, são inconscientes, ou seja, os pais não percebem claramente estes sentimentos, mas “transmitem” aos filhos “sem querer”, que algo não está bem.

Estas são algumas das queixas que chegam aos consultórios e, por isso, é muito importante que os pais sejam incluídos no atendimento aos seus filhos. Há um foco na questão da criança que pode ser uma dificuldade no desfralde, por exemplo, mas, deve-se ter também muita atenção sobre como os responsáveis se sentem frente a esse relacionamento e que significados isso pode ter para eles.

Quando os pais chegam ao consultório abertos a participar como parte da resolução, o processo flui de maneira mais integrada do que quando observamos aqueles que simplesmente levam o filho ao psicoterapeuta para que o profissional “resolva o problema”. Muitas vezes, por meio do atendimento à criança, os próprios pais percebem questões suas a serem trabalhadas para que possam contribuir no desenvolvimento infantil e buscam também a psicoterapia para si. Claramente, percebe-se o quanto isso contribui para toda a dinâmica familiar.

Assim como as crianças, nós adultos também temos nossas fragilidades a serem trabalhadas e, às vezes, elas se evidenciam justamente no processo de educar um filho. Podemos utilizar estas oportunidades de aprendizado para também nos desenvolvermos e nos tornarmos melhores.

“Flocos de neve são uma das coisas mais frágeis da natureza, mas veja o que eles podem fazer quando estão todos juntos”. (Vesta Kelly)

Por Priscilla Melão Decloedt
Psicóloga da Serpcraz, Clínica de Psicologia, Psiquiatria, Fonoaudiologia e Nutrição
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