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OUTUBRO ROSA – CÂNCER DE MAMA

4 de outubro de 2021

Em 1990, em Nova York, Estados Unidos, a Fundação Susan G. Komen Breast Cancer realizou o evento “Corrida pela Cura”, com o objetivo de arrecadar fundos para pesquisas voltadas ao tratamento contra o câncer de mama. Os participantes da corrida utilizavam um pequeno laço rosa em suas camisetas, como prova que tinham vencido o câncer. Esse evento deu início à Campanha Outubro Rosa nos EUA, que se espalhou rapidamente pelo mundo.

“A data é celebrada anualmente no mês de outubro com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, e contribuir para a redução da mortalidade causada pela doença”, declara o médico oncologista, Dr. Pietro Schettini Iennaco. 

No Brasil, estima-se 66.280 novos casos de câncer de mama, para cada ano do triênio 2020-2022, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Esse valor corresponde a um risco estimado de 61,61 casos novos para cada 100 mil mulheres. Quando falamos em incidência de doenças femininas, em todas as regiões brasileiras, o câncer de mama ocupa a primeira posição.

A enfermeira oncológica, Luciana Yukiko Fukamichi, aponta que o câncer de mama pode ser ocasionado por diversos fatores; entre eles endócrinos, comportamentais e genéticos. “As causas mais comuns estão associadas à menarca precoce (primeira menstruação antes dos 12 anos), menopausa tardia (após os 55 anos), primeira gravidez após os 30 anos, uso de contraceptivos orais e terapia de reposição hormonal pós-menopausa”. 

O câncer de mama pode ser percebido em fases iniciais, na maioria dos casos, por meio dos seguintes sinais e sintomas:

  • Nódulo fixo e indolor, presente em cerca de 90% dos casos, quando o câncer é percebido pela própria mulher;
  • Pele da mama avermelhada ou retraída;
  • Alterações no mamilo;
  • Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço;
  • Saída espontânea de líquido incomum pelos mamilos;

Esses sinais devem sempre ser investigados por um médico para que seja avaliada a possibilidade de câncer. É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que possível, sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias. 

“A confirmação do diagnóstico acontece por meio da biópsia que consiste na retirada de um fragmento do nódulo ou da lesão suspeita para posterior análise pelo patologista”, explica o Doutor Pietro.

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis, como praticar atividade física; alimentação saudável e evitar consumo de bebidas alcoólicas ou tabaco. Quando a doença é diagnosticada no início, a intervenção médica tem maior potencial curativo. Em caso de metástase, o tratamento busca prolongar e melhorar a qualidade de vida.

“O tratamento do câncer de mama depende da fase (estadiamento) em que a doença se encontra e do tipo de Tumor. Podendo incluir a cirurgia, quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia e terapia alvo”, encerra a enfermeira oncológica Luciana Yukiko Fukamichi.


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