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SETEMBRO AMARELO – SAÚDE MENTAL E PREVENÇÃO AO SUÍCIDIO

1 de setembro de 2021

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 800 mil pessoas cometem suicídio em todo o mundo, o que corresponde à taxa de 11,4 por 100 mil habitantes. O relatório Suicide Worldwide in 2019 (Suicídio no Mundo em 2019, em tradução livre) aponta que mais de 700 mil pessoas tiraram a própria vida: uma em cada 100 mortes. Os dados ainda revelam que homens (12,6 por cada 100 mil) atentam mais contra a própria vida do que mulheres (5,4 por cada 100 mil).

O suicídio pode ser definido como um ato deliberado cometido pelo indivíduo, com intenção de tirar a própria vida, de forma consciente e intencional, utilizando meios que acredita ser letal. É um comportamento com determinantes multifatoriais, resultado de uma complexa interação de fatores psicológicos e biológicos, inclusive genéticos, culturais e socioambientais.

O reconhecimento dos fatores de risco é fundamental e pode ajudar o profissional da saúde a determinar clinicamente o risco e escolher estratégias para reduzi-lo. Entre os principais destacam-se: Tentativa prévia de suicídio, idade, doença mental, gênero, doenças clínicas não psiquiátricas, eventos adversos na infância e na adolescência, histórico familiar e genético, e fatores sociais.

A Depressão é o diagnóstico mais comum em suicídios concretos, estima-se que 8% da população terá, pelo menos, um episódio depressivo por ano. Entre os sintomas mais comuns estão: tristeza constante; perda de interesse em atividades rotineiras; falta de apetite; insônia; sentimento de inutilidade ou culpa; irritação e cansaço; dificuldade de concentração, memória ou tomada de decisões; e pensamentos relacionados à morte.

Para prevenir o suicídio, é necessário falar abertamente sobre o assunto, desmistificando e eliminando os tabus. A conscientização e a informação são a chave para diminuir os números de casos. É fundamental demonstrar empatia, dialogar, compreender o cenário que a pessoa com tendências suicidas está inserida e encaminhá-la a um médico especializado.


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